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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

O Blog agora é Site!!!

Tentei por um bom tempo colocar aqui uma ferramenta onde fosse possível traduzir meus posts para o Inglês. Infelizmente, não foi possível!!

Aí galera do blogger, tá mais do que na hora de resolver isso aí!!!

Enquanto isso, fica oficialmente decretada a mudança desse blog, meu diário de viagens, tímido e sem pretensões, que me acompanhou por mais de 4 anos, para um site:


Dessa vez, profissionalmente (com versão em inglês) e o objetivo de ganhar o mundo!!

Corre lá!!!



terça-feira, 8 de dezembro de 2015

California Road Trip - Sequoia National Park

Mais uma vez fomos para California no Thanksgiving - dia de Ação de Graças - e resolvemos fazer uma "pequena" viagem de carro pelo estado que é bem diverso e tem um pouco de tudo para oferecer.

Quando digo tudo, é tudo mesmo, quem imagina que no estado ensolarado dos Estados Unidos há uma cadeia montanhosa gigante, onde neva tanto que foi até preciso colocar correntes nas rodas do carro?






Mas a neve não foi o motivo desse lugar estar no nosso roteiro e sim a Floresta gigante que lá está, lar das Sequoias, simplesmente as maiores árvores em volume do planeta!!! 
Essas gigantes que chegam a altura de um prédio de 30 andares são o maior organismo vivo conhecido e por já não existirem tantos exemplares são consideradas um fóssil vivo. 











A viagem dura em média 3 horas e meia de Los Angeles a Three Rivers, pequena cidade há alguns km de uma das entradas do Parque e último ponto para compras, seja para ítens de acampamento ou lanches ou das correntes obrigatórias para circulação no parque durante o inverno. 


O custo de entrada no parque é de 20 dólares por automóvel. 



Conforme vamos subindo as curvas da interminável serra, a paisagem vai mudando totalmente, até que chegamos num cenário digno de natal numa montanha suíça!


Paramos o carro no estacionamento do Museu e de lá começamos a Trilha em direção a Moro Rock, um monolítico de granito que fica no topo da montanha, bem visível ainda lá debaixo:

Nos 40 minutos de percurso até a pedra, nos deparamos com as imensas sequoias. 
Cresci brincando na base das árvores do jardim botânico do Rio e sempre achei que não existia nada maior no mundo. Ledo engano! O que impressiona é que as sequoias são grossas até muito lá em cima, não parecem afinar.



Querida, encolhi as crianças! 

Não é a toa que o nome dela é floresta dos gigantes, nos sentimos anões embaixo ou ao lado delas!!
Uma marcante caraterística dessas arvores é o fato de serem bastante resistentes ao fogo, quando a tocamos, apesar de imaginar que sejam de um tronco duro e maciço, são, na verdade, bem macias, quase esponjosas, mas mesmo assim vemos cicatrizes em algumas delas.










Chegando a pedra, era hora de encarar os 400 degraus até o topo, tarefa nada fácil com as escadas escorregadias cobertas de gelo. Vale frisar que SÓ o fizemos porque tínhamos as botas apropriadas e o tempo todo nos agarramos apoiamos no corrimão.




No topo, a vista estonteante - literalmente e especialmente para quem tiver problema com altura - de 360 graus, abrange o imenso vale a frente e as montanhas do Parque Nacional. 







Voltando a trilha,  demos uma espiada no pequeno museu, pegamos o carro e seguimos dessa vez para General Sherman, a árvore mais importante do parque, a maior do mundo em volume da qual se tenha conhecimento, são simplesmente 31 metros de circunferência e 83 de altura!!



Comparação do tamanho das sequoias com um foguete espacial e a Estátua da Liberdade.






Por ser inverno, algumas atrações já estavam fechadas, como a Crystal Grove - uma caverna "decorada" com estalagmites -  e devido a nevasca dos dias anteriores, algumas vias estavam interditadas a veículos, o que nos impediu de ver o Tunnel Log - uma sequoia caída na estrada que virou um túnel para automóveis. 
Fica a dica para quem for nos meses mais quentes ou tiver mais de um dia para explorar o parque! ;-)


Nada mal!! Saúde!







Com o sol se pondo as 4.30 da tarde, só o que nos restava era tomar um chocolate quente no Wuksachi Village Lodge, o único hotel do parque, uma charmosa "cabana" que aceita a visita mesmo de não-hóspedes a beira de uma lareira.













A aventura continua, stay tunned!


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Qual é a melhor estação para visitar Nova York?

Tenho visto passagens de avião bem baratas para Nova York pro ano que vem, repito: Muito-Baratas!! 
Em 12 anos de "estrada" nunca vi passagem de ida e volta por 450 dólares, com voo direto, pela Tam!! (Abril-março-maio, pode procurar!)
Claro que com a alta do dólar isso é um tanto relativo, mas aliado ao fato de que hoje em dia os vistos são mais facilmente adquiridos, acredito que estamos numa boa época para visitar a big apple. 
Mas dai você se pergunta, quando?

Já fazem dois anos que estou morando direto aqui e ter as estações bem definidas é, dentre tantas, uma das coisas que me encanta nessa cidade.
Claro que eu não sou a pessoa mais feliz do mundo quando tá um frio de -10 (que dura um mês), mas, apesar de clichê, a verdade é que existe beleza e lado bom em tudo!!

Então aqui vão os prós e contras de cada uma delas:

Inverno:


Central Park abaixo de zero.


terça-feira, 19 de maio de 2015

Pedalando até o The Cloisters - NY

Ahhh a Primavera!! Melhor e tão esperada época do ano por aqui!! Então vamos aproveitá-la!!
Um dos meus lugares preferidos na cidade é a margem do Rio Hudson, um dos meus modos de transporte favoritos, a bicicleta. Unindo os dois, temos um passeio bem legal e diferente pra fazer por aqui.


terça-feira, 12 de maio de 2015

Um pulo no Japão - Mitsuwa Market - NJ

Um belo sábado de uma manhã nublada decidimos ir ao Japão!!

Não, calma, calma, enquanto não realizo uma das viagens dos meus sonhos, a terra do sol nascente, mato a vontade por aqui em Ny mesmo, onde um pouco fora de Manhattan, precisamente do outro lado do Rio, em New Jersey, está o Mitsuwa Market. 





Pegando o ônibus 158 que sai do terminal Port Authority, são em média 25 minutos até lá. 
O nome da parada é River Road at Archer Street, mas é só pedir ao motorista pra avisar que eles o fazem sem problemas.
O nome da linha é Fort Lee Med West e os horários encontram-se aqui.



segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Houston, we have a problem!!!

Houston é mundialmente conhecida por essa frase célebre, dita no filme Apollo 13.

Vista dos prédios do centro da cidade, ao lado do Buffalo Bayou Park

domingo, 18 de janeiro de 2015

"You May All Go To Hell And I Will Go To Texas"

"Vocês podem ir todos para o inferno e eu irei para o Texas"

Esse é um dos dizeres mais famosos no estado do Texas, estampando camisas e souvenirs, foi dito pelo político Davy Crockett em 1835, que ao concorrer a uma das cadeiras do congresso no estado do Tennessee disse que se as pessoas do distrito dele não o re-elegessem, poderiam ir todos pra o inferno que ele iria para o Texas.  
Aham, ele perdeu e foi pro Texas!

Eu também!! :-)
Com o fim do verão aqui, decidimos aproveitar os últimos suspiros de calor antes de entrar na melancolia do Outono e fomos pro Festival de Música de Austin.
Pois é, isso foi em outubro, post mais do que mega atrasado, mas antes tarde do que nunca ;-)



Como decidimos super em cima da hora, os voos para Austin já estavam caríssimos, então voamos pra Houston, alugamos um carro no aeroporto e assim conheceríamos as duas cidades numa tacada só.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Shall We Go To Philadelphia??? (Parte 2)

Continuando...
Leia a Primeira Parte aqui.

Domingo:
Decidimos começar o dia logo cedo pelo Museu Barnes Foundation, também na Logan Square, mas fomos surpreendidos por um grande numero de pessoas que tinham reservado e comprado seus tickets antes. Só conseguimos disponibilidade para voltar as 4 da tarde! Ou seja, para esse museu especialmente, não deixe de comprar seu ticket com antecedência!

Plano B, fomos ao Museu Rodin logo ao lado (incluído no ticket do dia anterior para o Philadelphia Art Museum, guarde-o). O museu é bem pequeno, mas conta com a maior coleção de peças de Rodin fora de Paris. A arquitetura, as réplicas de esculturas pelo jardim,  já valem a visita. 

























Na mesma praça também fica a Catedral-Basilica Saint Peter and Paul. Olhando de fora não é possível prever a beleza e magnitude de seu interior, dê uma espiada!






Depois nos dirigimos para Rittenhouse Square, uma praça famosa para os phillyes (será que podemos chamá-los assim?), endereço nobre, é aqui que os moradores locais vem fazer seu brunch, religiosamente aos finais de semana, lugar para "ver e ser visto". A praça tem um belo parque originalmente planejado por William Penn para a cidade.






















O Restaurante Parc, de culinária francesa, é conhecido como o melhor brunch! (infelizmente a fome foi maior que a vontade de fazer foto, sorry!) 


De lá seguimos para a Independence Hall, local onde foi proclamada a Independência dos Estados Unidos em 1776. Um ano depois, ali foi discutida e aprovada a primeira constituição do pais.








Em frente encontra-se um dos mais notáveis símbolos da revolução, O Liberty Bell (sino da liberdade), foi tocado, entre outras vezes, para convocar os cidadãos da Philadelphia à leitura da constituição. 
Fato curioso é que o sino apresentou uma rachadura logo nos primeiros toques e ao tentarem sua reparação, esta aumentou, acarretando na inutilização do mesmo.
Hoje o sino "descansa em paz" numa redoma de vidro. As visitas são gratuitas, mas é preciso pegar um ticket no Visitor Center primeiro. Sem vontade nenhuma de enfrentar as filas enormes, demos uma espiadinha nele por fora, através do vidro mesmo. 




Vai encarar? Tem um sol pra cada um...





De lá, já era hora de voltar ao Barnes Foundation.

Barnes foi um milionário do setor farmacêutico, colecionador e estudioso de arte. Após uma visita a Paris em 1912, onde se familiarizou com o trabalho de modernistas como Picasso e Matisse, ele passou a adquirir muitas obras. Uma década depois, começou a construir uma Instituição Cultural para promover o avanço na educação e apreciação de artes plásticas.
Sua coleção chegou ao impressionante número de 800 pinturas, sendo 181 obras de Renoir (verdade!!), 69 de Cèzanne e muitos outras de Picasso, Van Gogh, Matisse, Degas, e meu querido, Monet.
Sua localização era originalmente no interior da Philadelphia, mas após algumas brigas na justiça e grande polêmica, conseguiram estabelecê-la na capital.





Pausa para esse momento!
Pensa num museu ultramoderno por fora, com uma arquitetura super legal refletindo num espelho d'agua e lá dentro uma coleção E-NOR-ME de obras impressionistas e modernas...Apaixonei!!!! 
E quase chorei!!








Não é permitido tirar fotos (Ops!), mas ainda consegui essa aqui pra mostrar um pouco da disposição das obras. 
A sensação é de se estar andando pela casa de alguém. As molduras e objetos de decoração dão um toque a mais em cada sala. 














Pra fechar com chave de ouro, ainda estava acontecendo a exposição "The World Is an Apple", com uma coleção de naturezas-mortas, somente maças, de Cézanne.











Saindo de lá, (isso mesmo, guenta ai, não acabou ainda não), fomos em busca do mais famoso quitute da área, o sanduíche famoso nos Estados Unidos inteiro, o Philly Cheesesteak.



Andando pela South Street você vai notar uma diferença pro resto da cidade, com um clima um tanto "underground", alternativo, há vários graffites espalhados pelo caminho. Muitos deles fazendo referencia ao cenário musical da área quando ainda existia o teatro The Royal.





Mais pra frente vc vai se deparar com um dos maiores mosaicos a céu aberto do mundo!!






O Philadelphia's Magic Garden é o resultado do trabalho do artista Isaiah Zagar. A versão norte-americana do nosso Selarón, dedicou décadas de sua vida para embelezar a vizinhança da South Street. Além do impressionante  espaço que é seu ateliê (que infelizmentee já estava fechado quando passamos), há vários mosaicos enormes espalhados pelas laterais dos prédios no quarteirão. 
 



E mais alguns metros, finalmente, chegamos no Jim's Steaks. Fundada em 1976 essa lanchonete serve o mais famoso e melhor Sanduiche de Carne da cidade. (recomendado pelo meu respectivo que morou lá alguns anos e experimentou muitos) A fila na porta não nos deixa dúvidas!







A fila anda rápido, o serviço é acelerado e durante a espera vc vai criando um buraco no estômago sentindo o cheiro das fatias finíssimas de carne grelhando e olhando autógrafos e fotos de figuras famosas pelas paredes, que confirmam o titulo de melhor da cidade.

O menu não é muito extenso,  não há espaço ou tempo para duvidas, decida antes de chegar na boca do grill! (visualiza o espoleto da porta dos fundos!)
Basta escolher o tipo de queijo: whiz, provolone ou swiss e os acompanhamentos: cebola grelhada, cogumelo, pimentão...
Dica: Whiz é um queijo cremoso derretido, imprescindível no seu sanduíche!!

Um com whiz e cebola, um com cogumelo e provolone, mais refrigerante de cereja pra ajudar! :-)
Sim, o pão parece um tanto "massudo", pior que não, quando vc se dá conta, já comeu um inteiro!!
Pronto, agora é so voltar pra Ny rolando!!


E então, é isso, Philadelphia, uma ótima opção de passeio de um final de semana ou dois dias, perfeito escape de Nova York ou Washington. Cidade pequena de certa forma, recheada de passeios culturais, ótimos museus e gastronomia! 
;-)